Saturday, 11 December 2010
Friday, 2 October 2009
O fim dos cem anos
Que mal imenso centenário
de tal extenso ordinario
o único bom senso é o calvário
o qual sera suspenso no seu aniversário.
de tal extenso ordinario
o único bom senso é o calvário
o qual sera suspenso no seu aniversário.
A luta dia-a-dia
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Nem vermelho, nem verde
nem orgulho, nem verdade
sao as cores da republica
podres e sem quimica
Só ao centro se representa
com toda a legitimidade
com toda a nossa essencia
a nossa identidade
Vai voltar novamente felizmente
o azul do lado da tralha
e o branco do lado da batente
no final desta minha batalha
José Maria Afonso (Pseudónimo)
-----------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Que lindo é o cavalo enfeitado
que bonito o Guarda trajado
que orgulho do passado
mas monarquia nem pensar!... dizem eles.
Que satisfação de ver a beleza
que por si só é uma riqueza
da boa estima ver a Sua Alteza
mas monarquia nem pensar!... dizem eles.
Adormecer ao som dos discursos
acreditar ao tom dos políticos
deixar-se morrer com desejos
mas monarquia nem pensar!... quem o diz?
Que eu seja pobre e sem sorte
não quer dizer que não seja forte
para ganhar fama até à minha morte
mas sem monarquia nem pensar... já tenho dito.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
-----------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Querem celebrar os cem anos porque?
A republica! desde quando?
Quem me diz que não vê?
Por que razão não me espanto?
abram os olhos, serei o único a ver?
Serei o único a votar com consciência?
Não estão fartos de tantas perguntas?
Tenham a coragem de devolver Portugal
e de ver o sonho torna-lo real
na Sua Alteza Real O Rei de Portugal.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Passei ao lado da vida
mas espero que esta seja vencida
tratada dos alicerces ao telhado
e espero agora assim parado
nem movimentos lentos ou rápidos
nem realidades ou sonhos a fingir
só e apenas o necessário
sem olhar ao preçário para a concluir
não quero saber do fim
eu já sei o principio que vira
estou agora a meio de findar a era
e começar o futuro que era assim.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Defender Portugal
por um futuro decente
atacar pela raiz
quem ofender o país
quem se meter à minha frente
defender Portugal
por amor ao Rei
cortar pela base
morrer em extase
por uma luta que eu amei.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Contra os canhões, dia após dia
aproxima-se aos poucos
o momento da monarquia
contra os canhões, noite após noite
cada vez mais loucos
sofrem ja de republicite
contra os canhões, voto após voto
fartos de serem caloiros
alguém há-de aparecer morto.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Que cesse a republica,
que cesse esta montra politica
falece no aniversario
aparece e ajuda contra a censura.
Desaparece mentira do centenário.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Não me canso nem desisto
cada vez mais avanço e insisto,
com o tempo que continua correndo
lentamente da bruma vai aparecendo
caminha lento mas sempre
vejo bem no meu coração
quero o que sinto e que se lembre
qual a sua principal razão
País perdido e já sem dono
paraíso acabado desde esse outono
e ira findar a mando do Povo
e deixar El-Rei mandar de novo.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Mantenham-se atentos
procurem refugio
não confiem nos políticos
pois estamos presos por um fio
perto do ponto de não retorno
dos cem anos não passara
juntos vamos celebrar
e acabar com este transtorno
se a republica teve um buica
nos teremos um bem melhor
esta veia politica bem pior
com ou sem sangue já esguicha
que seja expulso Aquilino Ribeiro, o traidor
eu também ajudarei a tira-lo do panteão nacional
com letras ou com armas para bem de Portugal
e este é o ultimo aviso antes que haja guerra e ainda mais dor.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Olha sem ver
imagina sem sentir
só porque tem de ser
porque Ele há-de vir
orgulha-te com nada
alegra-te sem motivo
só porque estas activo
porque se aproxima a Sua chegada
descobre sem procurar
vive sem saber amar
só porque é Portugal
porque o Rei é líder natural.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Serás líder da nação
desta nova geração
serás o Chefe de Estado
e o símbolo mais amado
a verdade há-de voltar
esta mentira há-de emergir
podre e seca há-de sair
e deixar o seu lugar
a falta de El-Rei
tanta magoa deixou
por minha parte lutarei
ate matar quem o matou.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Não é por orgulho
que quero o meu Rei
nem por este entulho
que quero alterar a lei
não é pelo passado
que quero o meu Rei
nem por este líder calado
que quero muda-lo eu sei
não é por estarmos tão mal
mas sim por ser natural
ser a Sua Alteza Real
a representar Portugal.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
Nem vermelho, nem verde
nem orgulho, nem verdade
sao as cores da republica
podres e sem quimica
Só ao centro se representa
com toda a legitimidade
com toda a nossa essencia
a nossa identidade
Vai voltar novamente felizmente
o azul do lado da tralha
e o branco do lado da batente
no final desta minha batalha
José Maria Afonso (Pseudónimo)
-----------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Que lindo é o cavalo enfeitado
que bonito o Guarda trajado
que orgulho do passado
mas monarquia nem pensar!... dizem eles.
Que satisfação de ver a beleza
que por si só é uma riqueza
da boa estima ver a Sua Alteza
mas monarquia nem pensar!... dizem eles.
Adormecer ao som dos discursos
acreditar ao tom dos políticos
deixar-se morrer com desejos
mas monarquia nem pensar!... quem o diz?
Que eu seja pobre e sem sorte
não quer dizer que não seja forte
para ganhar fama até à minha morte
mas sem monarquia nem pensar... já tenho dito.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
-----------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Querem celebrar os cem anos porque?
A republica! desde quando?
Quem me diz que não vê?
Por que razão não me espanto?
abram os olhos, serei o único a ver?
Serei o único a votar com consciência?
Não estão fartos de tantas perguntas?
Tenham a coragem de devolver Portugal
e de ver o sonho torna-lo real
na Sua Alteza Real O Rei de Portugal.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Passei ao lado da vida
mas espero que esta seja vencida
tratada dos alicerces ao telhado
e espero agora assim parado
nem movimentos lentos ou rápidos
nem realidades ou sonhos a fingir
só e apenas o necessário
sem olhar ao preçário para a concluir
não quero saber do fim
eu já sei o principio que vira
estou agora a meio de findar a era
e começar o futuro que era assim.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Defender Portugal
por um futuro decente
atacar pela raiz
quem ofender o país
quem se meter à minha frente
defender Portugal
por amor ao Rei
cortar pela base
morrer em extase
por uma luta que eu amei.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Contra os canhões, dia após dia
aproxima-se aos poucos
o momento da monarquia
contra os canhões, noite após noite
cada vez mais loucos
sofrem ja de republicite
contra os canhões, voto após voto
fartos de serem caloiros
alguém há-de aparecer morto.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Que cesse a republica,
que cesse esta montra politica
falece no aniversario
aparece e ajuda contra a censura.
Desaparece mentira do centenário.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Não me canso nem desisto
cada vez mais avanço e insisto,
com o tempo que continua correndo
lentamente da bruma vai aparecendo
caminha lento mas sempre
vejo bem no meu coração
quero o que sinto e que se lembre
qual a sua principal razão
País perdido e já sem dono
paraíso acabado desde esse outono
e ira findar a mando do Povo
e deixar El-Rei mandar de novo.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Mantenham-se atentos
procurem refugio
não confiem nos políticos
pois estamos presos por um fio
perto do ponto de não retorno
dos cem anos não passara
juntos vamos celebrar
e acabar com este transtorno
se a republica teve um buica
nos teremos um bem melhor
esta veia politica bem pior
com ou sem sangue já esguicha
que seja expulso Aquilino Ribeiro, o traidor
eu também ajudarei a tira-lo do panteão nacional
com letras ou com armas para bem de Portugal
e este é o ultimo aviso antes que haja guerra e ainda mais dor.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Olha sem ver
imagina sem sentir
só porque tem de ser
porque Ele há-de vir
orgulha-te com nada
alegra-te sem motivo
só porque estas activo
porque se aproxima a Sua chegada
descobre sem procurar
vive sem saber amar
só porque é Portugal
porque o Rei é líder natural.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Serás líder da nação
desta nova geração
serás o Chefe de Estado
e o símbolo mais amado
a verdade há-de voltar
esta mentira há-de emergir
podre e seca há-de sair
e deixar o seu lugar
a falta de El-Rei
tanta magoa deixou
por minha parte lutarei
ate matar quem o matou.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
------------------------------
Terça-feira, 05 de Outubro de 2010
Não é por orgulho
que quero o meu Rei
nem por este entulho
que quero alterar a lei
não é pelo passado
que quero o meu Rei
nem por este líder calado
que quero muda-lo eu sei
não é por estarmos tão mal
mas sim por ser natural
ser a Sua Alteza Real
a representar Portugal.
José Maria Afonso (Pseudónimo)
Monday, 9 February 2009
O grande dia Terca-feira, 05 de Outubro de 2010 esta a chegar
Mantenham-se atentos
procurem refugio
não confiem nos políticos
pois estamos presos por um fio
perto do ponto de irreversibilidade
dos cem anos não passara
juntos vamos celebrar
e acabar com esta triste idade
se a republica teve um buica
nos teremos um bem melhor
esta veia politica bem pior
com ou sem sangue já esguicha
que seja expulso Aquilino Ribeiro, o traidor
eu também ajudarei a tira-lo do panteão nacional
com letras ou com armas para bem de Portugal
e este é o ultimo aviso antes que haja guerra e mais dor
José Maria Afonso (Pseudónimo)
procurem refugio
não confiem nos políticos
pois estamos presos por um fio
perto do ponto de irreversibilidade
dos cem anos não passara
juntos vamos celebrar
e acabar com esta triste idade
se a republica teve um buica
nos teremos um bem melhor
esta veia politica bem pior
com ou sem sangue já esguicha
que seja expulso Aquilino Ribeiro, o traidor
eu também ajudarei a tira-lo do panteão nacional
com letras ou com armas para bem de Portugal
e este é o ultimo aviso antes que haja guerra e mais dor
José Maria Afonso (Pseudónimo)
O Mundo De Portugal
I - A Conquista
O mundo é um rebento,
na esfera cresce lento,
enquanto espera o fruto
a cada era que floresce
de novo nasce um alento,
crescendo desde há milénios
lutando com e contra os ibérios,
com a língua que cria prosseguia,
cantando, por terra e mar caminhos
ganhando territórios e soberania,
com astúcia, perícia e tanto empenho
em conjunto viria a mudar em muito
o mundo, até então sem igual, o seu tamanho,
não fosse o amigo de Peniche maior seria,
para o bem e para o mal a nossa sina,
Nortenho, Sulista, Timorense,
Luandense, Mirandês,
Portugalego Ou Macaense,
pronuncias, variantes ou dialectos
que soam todos o mesmo eco,
que da saudade e do Fado,
só Ele tem o significado
e o consenso neste seu todo imenso
desde aquém a Além Lusa
...os vive e usa em espírito intenso.
batalhando as feras marítimas
nos sete Mares prolifera
com cinco Chagas de Cristo,
de fundo azul e branco,
um Escudo e uma Esfera,
quatro Dinastias,
sete Casas Reinantes,
trinta e cinco Reis e Rainhas,
sete Castelos, cinco Quinas,
com a cruz nas velas pelos cinco Continentes.
II - Os Feitos
Portugueses, Pombos-correio todos esses (S. F. Z.),
primeiros na circum-navegação
e na viagem sobre o azul
do Atlântico Sul de avião,
o pioneiro da abolição da escravatura
e da pena de morte foi Portugal,
de poderio sem sorte e sem fortuna
o primeiro e ultimo Império colonial,
Reino sábio Marinha de coragem
inventa o Astrolábio e a Caravela,
foi pioneiro da Globalização
e deu ao mundo mais janelas,
interpreta os ventos e as estrelas,
enfrenta os medos do mar,
conquista territórios alem-mar
...como o passo lunar,
da matemática fez a esfera-espiral
e a ainda igual
carta náutica em latitudes
...a Lua seria Lusa se não fosse a altitude,
primeiro no achamento:
do caminho marítimo á Índia
e da Europa em expedição
ao Tecto do Mundo na Ásia,
deu a volta a África,
do Norte ao Sul na América
e chegou á Oceania,
pois mais não havia no Planeta
tanta já era a conquista feita.
III - O Desejo
Há-de sentir Dom Duarte Pio
uma forte afinidade,
há-de vir Dom Afonso seu filho
da bruma com a idade,
com o seu povo orgulhoso
o mais bravo e corajoso
que deu cravos á liberdade,
e fez da voz a identidade.
Luísa Todi foi a cantora
para a eternidade e amada
lá fora por Barões,
cá dentro a poesia cantada,
que de Camões a Pessoa
da fala entoa tantas palavras,
lavra até ao pormenor sentimentos
que só nós melhor entendemos.
Holandeses, Franceses, Ingleses e Mouros,
com Viriato correu Romanos,
injusto para com os Judeus
e a Padeira os Castelhanos.
Do virar da pagina que se agita,
descontente faz barulho, grita,
da honra constante já vivida
não sabe a escrita pretendida,
nem governa desde o homicídio
o maldito Regicídio em vão,
devolvão El-Rei que é seu
como sempre foi desde o principio,
já Olivença se perdeu.
IV - O Fim Já Tadio
O retornado foi despatriado,
com medo e sem nada fugia
de quem quis ser libertado
e disse não á dependência,
navagão barcos assim
no mar ao contrario,
um dos símbolos do fim
de tão vasto Império,
gentes que regressão
em Barcas carregados
nas vagas são Fados
emocionantes.
Recuperando no cais de outrora
a magia abandonada,
faltando somente agora
a Monarquia inacabada.
Do mar e da serra,
corpos enterrados,
mortos da guerra
ainda hoje lá deixados,
historia que deveras
nunca mais encerra
esta sua espera
do regresso á terra,
e a Rainha Dona Amélia
o final das glorias
de tão antiga Família Real,
da epopeia multicultural
e tantas outras vitórias.
V - O Principio
Por hora aguenta
enquanto canta o Hino,
de quem só de longe
o sentimento é divino,
como quem insiste na crensca
da viagem ao alem,
crente que reza á Virgem
para ter boa passagem,
mas se existe só no Homem
o crer ter a vontade!
o que Lhe deu a coragem,
sorte e igualdade!
a Aparição, Deus ou Anjos
nunca foram vistos,
Cristo jaz e já só são justos
a paz e os Mandamentos.
Quer cem anos falecer,
nesse dia o retorno,
na terça-feira, 5 de Outubro
de 2010 ao amanhecer,
Sua Majestade Fidelíssima
El-Rei de Portugal,
a altíssima presença encarnada
da jornada fenomenal,
torne a viver no trono
e aparecer de novo a Portugal
o povo uno e em torno
pois do que sempre foi afinal
o seu unico destino.
VI - O País
Partem dos pedaços mais belos,
das calmas planícies alentejanas,
Geres, Buçaco, Arquipélagos,
de silêncios de paisagens longas,
pico e estrela as mais altas,
rochedos ao alto nos rios,
nas margens o carril dos comboios,
o mar á volta e as praias.
Emigram mas não é por serem tolos
têm Catedrais majestosas, Palácios,
Fortes ás portas do país,
Igrejas, Antas E Castelos,
os símbolos da sua raiz,
da tralha á batente com rigor
a maravilha e a dor talhada á milénios
por génios em todo o seu esplendor.
procurou estar bem consigo próprio
dentro do possível á época,
e encontrou entre os povos o comercio
e a sensível riqueza da mãe natureza,
plantadas nas ilhas Atlânticas
são a beleza de todas as partes terrestres,
as flores e plantas da Madeira e dos Açores
que de tantas conquistas são louvores.
Nem Cristo nem Baco
No invento do liquido ouro,
bago só trabalhado
pelas mãos do rio Douro,
bebe-se pelo mundo fora
o que desta terra vinga
da fruta da videira,
a vinha com a fama mais antiga
no bom vinho da Madeira.
VII - A Falta
Recusa ficar calado
nem que seja por pensamento,
na luta usa corpo e espírito num todo
contra a ditadura por estar farto,
até á conquista por um principio
que deu demasiadamente alivio,
a gente mais sortuda e que mais fez
durante o século XX Português.
Temos quinhentas mil palavras
e damos paulada a tal mérito linguístico
com exepcao ao grupo cientifico
todas as outras sao rafeiras,
importa ás tontas as estrangeiras
se as do mundo Lusofonico,
como a pronuncia Brasileira,
são de som musical magnifico.
Tanta ironia furtiva se come
sem ninguém mastigar a politica,
é vê-los com cara cínica
a cada discurso e eu já com fome,
ás vezes parece uma caldeirada
do que sai dessa gastronomia,
na minha mesa não dá entrada
só se á cabeceira volte a Monarquia.
Bartolomeu Dias não desistio,
insistio e conseguio vencer
ao passar o Cabo Das Tormentas,
fraco presistio mesmo farto de perder,
não fosse Portugal que por ser teimoso
o mundo globalizou,
esperando ansioso a mudança,
enquanto há Herdeiro ao Trono
há Boa Esperança.
José Maria Afonso (pseudónimo)
O mundo é um rebento,
na esfera cresce lento,
enquanto espera o fruto
a cada era que floresce
de novo nasce um alento,
crescendo desde há milénios
lutando com e contra os ibérios,
com a língua que cria prosseguia,
cantando, por terra e mar caminhos
ganhando territórios e soberania,
com astúcia, perícia e tanto empenho
em conjunto viria a mudar em muito
o mundo, até então sem igual, o seu tamanho,
não fosse o amigo de Peniche maior seria,
para o bem e para o mal a nossa sina,
Nortenho, Sulista, Timorense,
Luandense, Mirandês,
Portugalego Ou Macaense,
pronuncias, variantes ou dialectos
que soam todos o mesmo eco,
que da saudade e do Fado,
só Ele tem o significado
e o consenso neste seu todo imenso
desde aquém a Além Lusa
...os vive e usa em espírito intenso.
batalhando as feras marítimas
nos sete Mares prolifera
com cinco Chagas de Cristo,
de fundo azul e branco,
um Escudo e uma Esfera,
quatro Dinastias,
sete Casas Reinantes,
trinta e cinco Reis e Rainhas,
sete Castelos, cinco Quinas,
com a cruz nas velas pelos cinco Continentes.
II - Os Feitos
Portugueses, Pombos-correio todos esses (S. F. Z.),
primeiros na circum-navegação
e na viagem sobre o azul
do Atlântico Sul de avião,
o pioneiro da abolição da escravatura
e da pena de morte foi Portugal,
de poderio sem sorte e sem fortuna
o primeiro e ultimo Império colonial,
Reino sábio Marinha de coragem
inventa o Astrolábio e a Caravela,
foi pioneiro da Globalização
e deu ao mundo mais janelas,
interpreta os ventos e as estrelas,
enfrenta os medos do mar,
conquista territórios alem-mar
...como o passo lunar,
da matemática fez a esfera-espiral
e a ainda igual
carta náutica em latitudes
...a Lua seria Lusa se não fosse a altitude,
primeiro no achamento:
do caminho marítimo á Índia
e da Europa em expedição
ao Tecto do Mundo na Ásia,
deu a volta a África,
do Norte ao Sul na América
e chegou á Oceania,
pois mais não havia no Planeta
tanta já era a conquista feita.
III - O Desejo
Há-de sentir Dom Duarte Pio
uma forte afinidade,
há-de vir Dom Afonso seu filho
da bruma com a idade,
com o seu povo orgulhoso
o mais bravo e corajoso
que deu cravos á liberdade,
e fez da voz a identidade.
Luísa Todi foi a cantora
para a eternidade e amada
lá fora por Barões,
cá dentro a poesia cantada,
que de Camões a Pessoa
da fala entoa tantas palavras,
lavra até ao pormenor sentimentos
que só nós melhor entendemos.
Holandeses, Franceses, Ingleses e Mouros,
com Viriato correu Romanos,
injusto para com os Judeus
e a Padeira os Castelhanos.
Do virar da pagina que se agita,
descontente faz barulho, grita,
da honra constante já vivida
não sabe a escrita pretendida,
nem governa desde o homicídio
o maldito Regicídio em vão,
devolvão El-Rei que é seu
como sempre foi desde o principio,
já Olivença se perdeu.
IV - O Fim Já Tadio
O retornado foi despatriado,
com medo e sem nada fugia
de quem quis ser libertado
e disse não á dependência,
navagão barcos assim
no mar ao contrario,
um dos símbolos do fim
de tão vasto Império,
gentes que regressão
em Barcas carregados
nas vagas são Fados
emocionantes.
Recuperando no cais de outrora
a magia abandonada,
faltando somente agora
a Monarquia inacabada.
Do mar e da serra,
corpos enterrados,
mortos da guerra
ainda hoje lá deixados,
historia que deveras
nunca mais encerra
esta sua espera
do regresso á terra,
e a Rainha Dona Amélia
o final das glorias
de tão antiga Família Real,
da epopeia multicultural
e tantas outras vitórias.
V - O Principio
Por hora aguenta
enquanto canta o Hino,
de quem só de longe
o sentimento é divino,
como quem insiste na crensca
da viagem ao alem,
crente que reza á Virgem
para ter boa passagem,
mas se existe só no Homem
o crer ter a vontade!
o que Lhe deu a coragem,
sorte e igualdade!
a Aparição, Deus ou Anjos
nunca foram vistos,
Cristo jaz e já só são justos
a paz e os Mandamentos.
Quer cem anos falecer,
nesse dia o retorno,
na terça-feira, 5 de Outubro
de 2010 ao amanhecer,
Sua Majestade Fidelíssima
El-Rei de Portugal,
a altíssima presença encarnada
da jornada fenomenal,
torne a viver no trono
e aparecer de novo a Portugal
o povo uno e em torno
pois do que sempre foi afinal
o seu unico destino.
VI - O País
Partem dos pedaços mais belos,
das calmas planícies alentejanas,
Geres, Buçaco, Arquipélagos,
de silêncios de paisagens longas,
pico e estrela as mais altas,
rochedos ao alto nos rios,
nas margens o carril dos comboios,
o mar á volta e as praias.
Emigram mas não é por serem tolos
têm Catedrais majestosas, Palácios,
Fortes ás portas do país,
Igrejas, Antas E Castelos,
os símbolos da sua raiz,
da tralha á batente com rigor
a maravilha e a dor talhada á milénios
por génios em todo o seu esplendor.
procurou estar bem consigo próprio
dentro do possível á época,
e encontrou entre os povos o comercio
e a sensível riqueza da mãe natureza,
plantadas nas ilhas Atlânticas
são a beleza de todas as partes terrestres,
as flores e plantas da Madeira e dos Açores
que de tantas conquistas são louvores.
Nem Cristo nem Baco
No invento do liquido ouro,
bago só trabalhado
pelas mãos do rio Douro,
bebe-se pelo mundo fora
o que desta terra vinga
da fruta da videira,
a vinha com a fama mais antiga
no bom vinho da Madeira.
VII - A Falta
Recusa ficar calado
nem que seja por pensamento,
na luta usa corpo e espírito num todo
contra a ditadura por estar farto,
até á conquista por um principio
que deu demasiadamente alivio,
a gente mais sortuda e que mais fez
durante o século XX Português.
Temos quinhentas mil palavras
e damos paulada a tal mérito linguístico
com exepcao ao grupo cientifico
todas as outras sao rafeiras,
importa ás tontas as estrangeiras
se as do mundo Lusofonico,
como a pronuncia Brasileira,
são de som musical magnifico.
Tanta ironia furtiva se come
sem ninguém mastigar a politica,
é vê-los com cara cínica
a cada discurso e eu já com fome,
ás vezes parece uma caldeirada
do que sai dessa gastronomia,
na minha mesa não dá entrada
só se á cabeceira volte a Monarquia.
Bartolomeu Dias não desistio,
insistio e conseguio vencer
ao passar o Cabo Das Tormentas,
fraco presistio mesmo farto de perder,
não fosse Portugal que por ser teimoso
o mundo globalizou,
esperando ansioso a mudança,
enquanto há Herdeiro ao Trono
há Boa Esperança.
José Maria Afonso (pseudónimo)
Carta enviada ao Ex. Sr. Presidente da República Portuguesa, Pr. Aníbal Cavaco Silva, Maio De 2008
Ex. Sr. Presidente da República Portuguesa, Pr. Aníbal Cavaco Silva,
Não É Com A Intenção De Ofender Ninguém
Que Lhe Venho Falar De Politica,
Quero Desta Revolta Poética
Desabafar Esta Mágua Que Me Inquieta,
Já Que Não Me Resta
Outra Forma De O Fazer
E Esta É Mais Difícil De Dizer
Mas Fácil De Se Entender,
Mas Lembrei-Me Ontem Que Actualmente
Se Vive Indiferente Ao Corpo E Á Mente Do País,
É Como Ferver No Inferno Eternamente
Enquanto Houver Vazio Interno,
Emigrantes E Monarcas Sem Pai E Amor Materno.
- O Antes E O Depois Da Era Monárquica -
O Antes:
Da Tralha Á Batente Com Rigor
A Maravilha E A Dor
Talhada Á Milénios Por Génios
Em Todo O Seu Esplendor,
Palácios E Catedrais Majestosos,
Fortes Ás Portas Do Pais,
Igrejas, Antas E Castelos,
Os Símbolos Da Sua Raiz.
Procura Estar Bem Consigo Próprio
E Entre Os Povos No Comercio,
Sensível Á Mãe Natureza
Dentro Do Possível Á Época,
Plantadas Nas Ilhas Atlânticas
De Todas As Partes Terrestres,
Flores E Plantas Que De Tantas
Conquistas São Louvores.
Nem Cristo Nem Baco
No Invento Do Liquido Ouro,
Bago Só Trabalhado
Pelas Mãos Do Rio Douro,
Bebe-Se Pelo Mundo Fora
O Que Desta Terra Vinga Da Videira
A Vinha Com A Fama Mais Antiga
No Bom Vinho Da Madeira.
Pico E Estrela As Mais Altas,
Geres E Arquipélagos
Dos Pedaços Mais Belos,
E O Mar Á Volta E As Praias,
Os Planaltos Gigantes E Calmos
Silêncios De Paisagens Longas,
Rochedos Ao Alto Nos Rios
Nas Margens O Carril Dos Comboios.
O Depois:
Recusa Ficar Calado
Nem Que Seja Por Pensamento,
Na Luta Usa Corpo E Espírito Num Todo
Contra A Ditadura Por Estar Farto,
Até Á Conquista Por Um Principio
Que Deu Demasiadamente Alivio,
A Gente Mais Sortuda E Que Mais Fez
Durante O Século XX Português.
Temos Quinhentas Mil Palavras
E Damos Paulada A Tal Mérito Linguístico
Com Exepcao Ao Grupo Cientifico
Todas As Outras São Rafeiras,
Importa Ás Tontas As Estrangeiras
Se As Do Mundo Lusofonico
São De Som Magnifico,
A Língua Que Canta Entre As Primeiras.
Tanta Ironia Furtiva Se Come
Sem Ninguém Mastigar A Politica,
É Vê-Los Com Cara Cínica
A Cada Discurso E Eu Já Com Fome,
Ás Vezes Parece Uma Caldeirada
Do Que Sai Dessa Gastronomia,
Na Minha Mesa Não Dá Entrada
Só Se Á Cabeceira Volte A Monarquia.
Respeitosamente
Jose Maria Afonso
Não É Com A Intenção De Ofender Ninguém
Que Lhe Venho Falar De Politica,
Quero Desta Revolta Poética
Desabafar Esta Mágua Que Me Inquieta,
Já Que Não Me Resta
Outra Forma De O Fazer
E Esta É Mais Difícil De Dizer
Mas Fácil De Se Entender,
Mas Lembrei-Me Ontem Que Actualmente
Se Vive Indiferente Ao Corpo E Á Mente Do País,
É Como Ferver No Inferno Eternamente
Enquanto Houver Vazio Interno,
Emigrantes E Monarcas Sem Pai E Amor Materno.
- O Antes E O Depois Da Era Monárquica -
O Antes:
Da Tralha Á Batente Com Rigor
A Maravilha E A Dor
Talhada Á Milénios Por Génios
Em Todo O Seu Esplendor,
Palácios E Catedrais Majestosos,
Fortes Ás Portas Do Pais,
Igrejas, Antas E Castelos,
Os Símbolos Da Sua Raiz.
Procura Estar Bem Consigo Próprio
E Entre Os Povos No Comercio,
Sensível Á Mãe Natureza
Dentro Do Possível Á Época,
Plantadas Nas Ilhas Atlânticas
De Todas As Partes Terrestres,
Flores E Plantas Que De Tantas
Conquistas São Louvores.
Nem Cristo Nem Baco
No Invento Do Liquido Ouro,
Bago Só Trabalhado
Pelas Mãos Do Rio Douro,
Bebe-Se Pelo Mundo Fora
O Que Desta Terra Vinga Da Videira
A Vinha Com A Fama Mais Antiga
No Bom Vinho Da Madeira.
Pico E Estrela As Mais Altas,
Geres E Arquipélagos
Dos Pedaços Mais Belos,
E O Mar Á Volta E As Praias,
Os Planaltos Gigantes E Calmos
Silêncios De Paisagens Longas,
Rochedos Ao Alto Nos Rios
Nas Margens O Carril Dos Comboios.
O Depois:
Recusa Ficar Calado
Nem Que Seja Por Pensamento,
Na Luta Usa Corpo E Espírito Num Todo
Contra A Ditadura Por Estar Farto,
Até Á Conquista Por Um Principio
Que Deu Demasiadamente Alivio,
A Gente Mais Sortuda E Que Mais Fez
Durante O Século XX Português.
Temos Quinhentas Mil Palavras
E Damos Paulada A Tal Mérito Linguístico
Com Exepcao Ao Grupo Cientifico
Todas As Outras São Rafeiras,
Importa Ás Tontas As Estrangeiras
Se As Do Mundo Lusofonico
São De Som Magnifico,
A Língua Que Canta Entre As Primeiras.
Tanta Ironia Furtiva Se Come
Sem Ninguém Mastigar A Politica,
É Vê-Los Com Cara Cínica
A Cada Discurso E Eu Já Com Fome,
Ás Vezes Parece Uma Caldeirada
Do Que Sai Dessa Gastronomia,
Na Minha Mesa Não Dá Entrada
Só Se Á Cabeceira Volte A Monarquia.
Respeitosamente
Jose Maria Afonso
Fugir de Portugal
Do calor abafado e húmido
ou do frio do pico ou da estrela,
cumes da sabedoria do passado
em mãos de belas paisagens multifuncionais
que vão deixando o país,
licenciado na faculdade de sobrevivência,
já pronto enfrenta novos lugares
a ferramenta essencial e necessária
para que se meta a emigrar,
daqui indo para outros ares,
mesmo vivendo em clima sereno
nada se teme desta terra
só a merda do ordenado
deveras importante e crucial
para que se fuga de Portugal.
José Maria Afonso (pseudónimo)
ou do frio do pico ou da estrela,
cumes da sabedoria do passado
em mãos de belas paisagens multifuncionais
que vão deixando o país,
licenciado na faculdade de sobrevivência,
já pronto enfrenta novos lugares
a ferramenta essencial e necessária
para que se meta a emigrar,
daqui indo para outros ares,
mesmo vivendo em clima sereno
nada se teme desta terra
só a merda do ordenado
deveras importante e crucial
para que se fuga de Portugal.
José Maria Afonso (pseudónimo)
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